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'Antigamente, eu dava bronca e levava processo; hoje me pagam para isso', diz Jacquin sobre 'MasterChef'

Erick Jacquin está satisfeito com o papel de carrasco - às vezes fofinho - que desempenha no "MasterChef" (Band). "Antigamente, eu dava bronca ou xingava e pegava processo trabalhista. Hoje, me pagam para isso", diz.

Ele acaba de estrear "Pesadelo na Cozinha" , no qual presta assessoria a restaurantes em situações caóticas, e voltará ao ar na terça (7) com a versão amadora do reality de culinária.

Para o chef francês, de parecido as duas atrações só têm o universo da cozinha. Até o comportamento dos participantes, que recebem suas avaliações e conselhos, é muito distinto.

"No 'Pesadelo', a gente vê a realidade da profissão, enquanto o '​MasterChef' é essencialmente uma competição, as pessoas vêm para ganhar."

Para Jacquin, a renovação do programa fica por conta dos candidatos, a cada temporada mais preparados. Segundo ele, isso permite que a produção ouse mais nas provas e mude, de tempos em tempos, a dinâmica do jogo.

As "viagens" dos cozinheiros amadores agradam ao jurado. "Eles são mais livres, fazem coisas que o profissional nunca vai fazer. Para nós, existem regras, ficamos um pouco prisioneiros da profissão."



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