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Turistas movimentam Bronx ao dançar em escadaria para imitar cena de 'Coringa'

Trecho icônico do filme inspirou fãs do vilão a refazer cena em bairro de Nova York

Fã se veste de Coringa e dança na mesma escadaria em que a cena do longa foi feita
Fã se veste de Coringa e dança na mesma escadaria em que a cena do longa foi feita - Instagram/europaplus_vl
São Paulo

Em uma cena do elogiado "Coringa", ainda em cartaz nos cinemas, o ator Joaquin Phoenix desce uma escadaria dançando em um surto de loucura, enquanto é perseguido por policiais.

A cena icônica do filme (assista abaixo) foi gravada no bairro do Bronx, em Nova York, que acabou virando ponto de encontro de fãs do filme, segundo o site El País.

Turistas e moradores da região publicam fotos, vídeos e montagens nas redes sociais com as hashtags   #jokerstairs e #jokerstairsdancing. Não há confirmação de que esse movimento tenha irritado os moradores do local, como ocorreu na cidade de Dubrovnik, na Croácia por causa de uma cena da série "Game of Thrones" (HBO).

Lá foi gravada a cena em que a personagem Cersei (Lena Headay) passa por uma sessão pública de humilhação e é obrigada a percorrer um longo caminho nua e ouvindo uma religiosa dizer ao seu ouvido: Shame! Shame! (Vergonha! Vergonha!). 

A região, que costumava ser isolada, passou a receber uma horda de turistas gritando "Shame!" e, às vezes, sem roupa. Isso gerou uma reclamação formal dos habitantes de lá.

Dirigido pelo cineasta Todd Phillips, "Coringa" chamou a atenção ao vencer o Leão de Ouro no prestigiado Festival de Veneza,  e por ser um drama pesado com classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil, algo incomum para produções baseadas em gibis.

Nesta nova encarnação, Arthur Fleck (Phoenix) é um aspirante a comediante que sobrevive fazendo bicos como palhaço de aluguel numa Gotham City decadente entre o fim dos anos 1970 e começo dos 1980.

O roteiro de Phillips e Scott Silver (“O Vencedor”) mostra um personagem com distúrbios mentais que comete uma série de assassinatos após várias tragédias geradas por crises econômicas, abusos na infância, cortes no sistema de saúde e incapacidade de se relacionar.

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