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BBB: Relembre os principais vilões que passaram pelo reality

Paula von Sperling foi a última a garantir vitória e o posto de vilã

BBB 19: Paula
BBB 19: Paula - Globo/Victor Pollak
São Paulo

Nas 19 edições do Big Brother Brasil, 288 pessoas já passaram pela casa mais vigiada do país. Com tanta gente presa no mesmo espaço durante três meses, é inevitável que alguns participantes sejam rotulados como mocinhos e outros, pendam mais para o “lado do mal”. 

Enquanto não chega 21 de janeiro, data de estreia da 20ª edição do principal reality show da Globo, relembre quais foram os principais vilões do confinamento. 

PAULA (BBB 19)

Embora Danrley tenha se autointitulado vilão como estratégia para não ficar apagado na edição mais morna dos últimos tempos, a grande vilã do BBB 19 foi, ironicamente, a vencedora do prêmio final.

A bacharel em direito Paula von Sperling começou o jogo com pose de boa moça do interior, definindo seu bom coração como pior defeito e melhor qualidade e se apoiando na porca de estimação para compor a personagem. Mas, com o andar da carruagem, a mineira de Santa Lagoa mostrou que gostava mesmo era de uma boa polêmica.

Durante o programa, contou sobre sua surpresa ao descobrir que o homem que havia esfaqueado sua amiga não era um “faveladão”, mas sim um “branquinho” que morou na Austrália e no Canadá, provocou Hariany a ponto de causar sua expulsão do reality e chegou até a ser indiciada na Justiça por comentários preconceituosos sobre Rodrigo, de quem disse ter medo por ter “contato com esse negócio de Oxum”. 

As declarações polêmicas causaram tanto o ódio quanto o amor do público, que a fez levar para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão.

PATRÍCIA (BBB 18)

Patrícia saiu da casa como a grande antagonista do BBB 18 pelas manipulações de voto. Entre elas, a forte campanha para seu affair, Kaysar, votar em Gleici para o paredão e a pressão sobre a amiga Jéssica para que seguisse suas orientações, além de momentos "duas caras" como quando a cearense criticou Ayrton e, na frente dele, foi só simpatia. Ela foi eliminada com 94% dos votos em paredão com Diego e Caruso. 

MARCOS HARTER (BBB 17)

O cirurgião foi expulso do reality  pelas supostas agressões a Emilly Araújo, vencedora da 17ª edição, com quem ele tinha um relacionamento. Marcos foi acusado de agressões físicas e psicológicas e chegou a ser indiciado pela Polícia Civil.

Durante uma briga, o médico colocou Emilly contra a parede enquanto gritava e apontava o dedo no rosto dela. Em outras situações, Marcos beliscou e apertou os pulsos da então namorada.

ANA PAULA RENAULT (BBB 16)

A mineira foi talvez a vilã mais amada das edições do Big Brother. Dentro da casa, foi da rejeição à adoração. Ela foi bastante criticada na primeira semana ao dizer para Harumi que não ligava para direitos iguais entre homens e mulheres e que gostaria de ser sustentada.

Dona do bordão “olha elaaaaa”, a jornalista batia o peito e dizia para seus principais adversários que voltaria do paredão. A confiança irritou principalmente Renan e Adélia. Voltou de quatro paredões, mas acabou expulsa da casa depois de dar dois tapas no rosto de Renan durante uma festa no confinamento.

FERNANDO MEDEIROS (BBB 15)

Fernando se tornou o vilão da 15ª edição do reality após iniciar um romance com Amanda. Ele havia dispensado a empresária várias vezes, que chorava pelos cantos da casa, e escolheu se relacionar com Aline, chegando a falar em casamento.

Com a eliminação de Aline, ele se aproximou de Amanda e os dois chegaram a ter relações sexuais no programa. Após o fim do programa, Fernando e Aline reataram o namoro.

TESSÁLIA SERIGHELLI (BBB 10)

Apesar da participação polêmica de Marcelo Dourado na edição, quem ocupou o lugar de vilão, ou de vilã, foi Tessália. Ela tentou usar sua sensualidade para ganhar a simpatia do público, mas foi eliminada com 78% dos votos.

A publicitária ganhou a antipatia dos espectadores após ficar com Michel, que já tinha namorada, e criticar as mulheres da casa. Além disso, Tessália gastou estalecas (moeda do reality) em um jantar japonês, enquanto os outros participantes usaram o dinheiro para compras necessárias.

MARCELO ARANTES (BBB 8)

O psiquiatra brigou com todos os participantes da casa, inclusive com a melhor amiga, Gyselle. Ele aproveitou para se assumir homossexual no reality, mas nem isso lhe ajudou a conseguir fãs fora da casa.

Marcelo ganhou o apelido de "psicopata" e foi eliminado com 71% dos votos ao enfrentar Rafinha, que se tornou o vencedor da oitava edição do programa.

ALBERTO CAUBÓI (BBB 7)

Alberto se virou contra Diego Alemão e Íris Stefanelli, os queridinhos do público, e se tornou o vilão da sétima edição do reality. Ele disputou a liderança contra Alemão na "prova da gaiola", uma das mais controversas da história do reality.

Eles ficaram mais de 21 horas juntos dentro da gaiola, até que Diego passou mal e deu a Caubói a liderança. O jovem do interior acabou com o famoso triângulo ao colocar Alemão no paredão contra Iris, e em seguida contra Fani Pacheco.

ROGÉRIO PADOVAN (BBB 5)

Rogério, mais conhecido como o Dr. Gê, foi o vilão da quinta edição do reality. O médico formou uma "panelinha" e traçou diversas estratégias para tentar mandar seus rivais para o paredão e vencer o programa.

Seus alvos eram Jean Wyllys, Tatiane Pink e Grazi Massafera, os queridinhos do público. Rogério foi eliminado com 92% dos votos, um dos maiores índices de rejeição da história do reality.

TINA (BBB 2)

A futebolista Vanessa Cristina Soares Dias, mais conhecida como Tina, ganhou o título de encrenqueira da edição de 2002 do reality. Ela protagonizou uma das cenas clássicas do BBB ao sair pela casa, de pijama, batendo panelas e cantando "Ai, ai, ai, ai, em cima, embaixo, puxa e vai" para não deixar ninguém dormir.

Não à toa, ela deixou a casa já no segundo paredão. Na saída, o colega de casa Fernando Fernandes chutou suas malas e acabou levando um tombo.

ADRIANO DE CASTRO (BBB 1)

O baiano Adriano foi o primeiro vilão do reality. Ele entrou na edição de estreia do programa para ganhar. Para isso, fez intrigas e estratégias que não deram certo.

O artista plástico foi responsável por batizar a eliminação de "paredão", uma referência ao local onde ditaduras costumavam mandar seus inimigos que seriam fuzilados. Foi eliminado com 74% dos votos.

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