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Celebridades

Maurício Meirelles sobre agressão a Dave Chappelle: 'Feliz de não ser relevante assim'

Comediante estava na plateia do show em Los Angeles no momento do ataque

O humorista Maurício Meirelles - abr.2022/ RedeTV!
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São Paulo

O comediante brasileiro Maurício Meirelles estava numa das primeiras filas do show de humor de Dave Chappelle, na terça (3), no Hollywood Bowl, em Los Angeles, ocasião em que foi agredido por um homem que subiu ao palco.

Segundo Meirelles, em áudio enviado ao F5, ele e mais outros comediantes do Brasil assistiam à apresentação produzida pela Netflix junto de outras 18 mil pessoas. O ataque aconteceu já na parte final do show.

"Presenciamos o cara subindo e dando uma cabeçada na barriga dele e depois caindo. Foi uma coisa muito rápida, em 30 segundos já tinha todos os seguranças atrás dele e ninguém estava entendendo nada. O Chappelle fez uma piada lá com a situação e arregaçaram o cara lá no fundo", conta.

Na sequência, o humorista Chris Rock entrou no palco e fez uma piada perguntando se o agressor era Will Smith, em referência ao tapa que ele mesmo levou após fazer comentário sobre a cabeça raspada de Jada, esposa de Smith, no Oscar 2022.

Meirelles também fará show pelos Estados Unidos e diz que não terá muitos seguranças para ajudá-lo caso outra pessoa resolva fazer algo parecido com ele. "Serão dez brasileiros representando o país aqui. Nos sentimos felizes em não sermos tão relevantes assim a ponto de apanhar."

Filmagens que circulam pelas redes sociais do momento da agressão mostram uma pessoa correndo em direção a Chappelle no palco e lançando o corpo sobre ele. O incidente aconteceu quando ele encerrava a sua performance e agradecia aos demais humoristas que participaram da noite, entre eles Chris Rock, Leslie Jones e Jon Stewart.

Chappelle ainda voltou depois ao palco, aparentemente ileso, e finalizou sua apresentação. Ele também brincou com o ataque, dizendo que a pessoa que o enfrentou era um homem trans. Acusado com frequência por ativistas LBGTQIA+ de fazer piadas transfóbicas, no ano passado ele foi alvo de protestos de funcionários da Netflix.

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