Celebridades

Advogados de Frank Sinatra proibiram cantor de casar com Marilyn Monroe, diz biógrafo

Eles disseram que atriz estava à beira de cometer suicídio

Marilyn Monroe e Frank Sinatra em cena do filme "Can Can"
Marilyn Monroe e Frank Sinatra em cena do filme "Can Can" - Associated Press
São Paulo

O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema, que cometeu suicídio em 1962, e agora mantém um podcast sobre a atriz. 

A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes. 

O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia.

"Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961. 

Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro.

Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não."

Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas. 

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