Celebridades

Nanda Costa e Klara Castanho elegem livros de suas vidas e contam como foram importantes

O Dia Mundial do Livro é celebrado nesta terça-feira (23)

Nanda Costa. Festa da Editora Planeta na FLIP em Paraty
Nanda Costa. Festa da Editora Planeta na FLIP em Paraty - Marcus Leoni/Folhapress
Leonardo Volpato
São Paulo

Nesta terça-feira (23), é comemorado o Dia Mundial do Livro. E, por mais que, infelizmente, os índices de leitura sejam baixos no Brasil, há quem não abra mão de uma boa obra de cabeceira.

É o caso da atriz Nanda Costa, 32. “Um dos meus favoritos é ‘O Ano Que Morri em Nova York’, da Milly Lacombe. Ele mexeu muito comigo, eu o li há uns dois anos”, relembra. A artista gostou tanto da obra que dela surgiu a inspiração para criar um longa-metragem. O livro aborda a vida de uma mulher que vai do céu ao inferno depois de uma traição sofrida.

“Eu fiquei apaixonada e junto com a Patricia Andrade e a Kiki Lavigne [autoras] compramos os direitos desse livro. Estamos produzindo um filme. Eu estou trabalhando no roteiro junto com a Conspiração, estamos adaptando. Agora é o livro da minha vida”, afirma Nanda.

A também atriz Klara Castanho, 18, conta que o seu livro preferido é de um autor bastante conhecido: Paulo Coelho, com “Hippie”. “Eu gosto da ideia de ler as experiências do autor e sentir a pressão ou a emoção de cada passagem. Ele faz com que você esteja presente em cada destino da viagem narrada”, diz.
 

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