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Bruno Gagliasso troca Marina por Ciro Gomes por "risco do fascismo" com vitória de Bolsonaro

Ator diz que é preciso lutar contra o retrocesso e o autoritarismo

Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso votam no Rio
Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso votam no Rio - JC Pereira /AgNews
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São Paulo

O ator Bruno Gagliasso, 36, decidiu mudar o seu voto para presidente na reta final das eleições. Trocou a candidata Marina Silva (Rede) por Ciro Gomes (PDT). Ele explicou que a decisão foi baseada no "risco do fascismo" vencer, segundo escreveu em seu perfil no Instagram, em referência ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que lidera a pesquisa Datafolha com 40% dos votos válidos.

 

"Sou Marina Silva de coração, mas diante do risco do fascismo, todos que se importam com o futuro do país devem se unir e votar em Ciro Gomes."

Gagliasso também afirmou que as pessoas não devem votar com ódio nem com medo. "Não podemos arriscar perder o pouco que construímos nos últimos 30 anos de democracia. Não existe nada pior que acordar com medo. Vamos todos juntos. Contro o retrocesso. Contra o autoritarismo."

O texto foi postado acompanhado de um vídeo em que Caetano Veloso canta "Podres Poderes".

Em outras publicações, o ator declarou apoio a candidatos do PSOL aos cargos de deputado estadual e federal. 

Na tarde de ontem, ele e a mulher, Giovanna Ewbank, 32, votaram em uma escola, no Rio. A atriz não declarou o seu voto, mas também pediu, em publicação no seu Instagram, menos ódio, e mais união para o país. "Hoje é o dia que todos nós devemos nos unir! Independente do partido, pensar no que nos une, pensar no próximo como a si mesmo, com amor, respeito, sem ódio ou medo. Estou com medo? Sim, e muito. Ódio? Nunca", escreveu. 

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