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Descrição de chapéu tiktok

Grupo de estados dos EUA vai investigar impacto do TikTok nas crianças

Coalizão concentrará técnicas da rede social para atrair os jovens

Grupo de estados dos EUA anuncia investigação sobre o impacto do TikTok nas crianças - Olivier Douliery - 2.mar.22/ AFP
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San Francisco
AFP

Uma coalizão de oito estados americanos, incluindo Califórnia e Flórida, anunciou nesta quarta-feira (2) o lançamento de uma investigação sobre a popular plataforma TikTok, que acusam de prejudicar crianças, incentivando-as a gastar cada vez mais tempo nas redes sociais.

Autoridades nos Estados Unidos compilaram suas próprias evidências e processos contra gigantes da tecnologia, já que o governo federal não conseguiu avançar em novas regulamentações devido, em parte, ao impasse partidário.

O grupo de oito estados examinará os danos que o TikTok pode causar a seus usuários mais jovens e quanto a empresa sabe sobre esses possíveis danos, informou o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, em comunicado.

A investigação se concentra, entre outras coisas, nas técnicas do TikTok para atrair a atenção de usuários mais jovens, incluindo os esforços da plataforma para aumentar a frequência e a duração da permanência de menores na rede social.

"Não sabemos o que as empresas de mídia social sabiam sobre esses danos e quando souberam disso", disse Bonta. "Nossa investigação nacional nos permitirá obter respostas muito necessárias e determinar se o TikTok está infringindo a lei ao promover sua plataforma para jovens californianos", concluiu.

Como uma plataforma de vídeos curtos que ganhou popularidade entre os usuários mais jovens, o TikTok provocou uma preocupação entre os pais pelo potencial negativo que pode ter sobre o desenvolvimento dos filhos.

A plataforma afirmou ver a investigação como uma oportunidade para dar informações sobre seus esforços para proteger os usuários. "Preocupamo-nos profundamente com construir uma experiência que ajude a proteger e apoiar o bem-estar de nossa comunidade", garantiu o TikTok em comunicado.

"Estamos ansiosos para fornecer informações sobre as muitas proteções de privacidade e segurança que temos para os adolescentes", acrescentou.

O escrutínio ocorre no momento em que outra investigação está em andamento por um grupo de procuradores-gerais contra a Meta, controladora do Facebook, acusada de promover o Instagram entre os mais jovens.

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