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Descrição de chapéu família real britânica

Príncipe Andrew pede a tribunal dos EUA que rejeite processo de abuso sexual

Mulher acusa príncipe de ter abusado sexualmente dela há mais 20 anos

Príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth 2ª
Príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth 2ª - Reprodução @hrhthedukeofyork
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São Paulo
AFP

O príncipe Andrew, 61, filho da rainha Elizabeth 2ª, entrou com um recurso nesta sexta-feira (29) para que seja rejeitado o processo de abuso sexual contra ele aberto por uma suposta vítima em um tribunal de Nova York, segundo um documento da corte.

Os advogados do duque de York escreveram na apelação que Andrew "respeitosamente pede a rejeição do processo de Virginia Giuffre", que o acusa de ter abusado sexualmente dela há mais de 20 anos, quando Virginia tinha 17 anos e era considerada menor de idade pela lei americana.

Andrew não foi acusado criminalmente e refutou todas as acusações. No mês passado, ele aceitou ter recebido documentos oficiais sobre o caso e foi instruído a se defender até o dia 29 de outubro.

Os advogados do príncipe pediram ao tribunal distrital de Manhattan que rejeite o caso como "juridicamente infundado". Também pediram que Virginia Roberts Giuffre, 38, "ofereça uma declaração mais completa de suas alegações".

"O príncipe Andrew respeitosamente solicita que o tribunal realize uma argumentação oral sobre seu pedido", informou a corte.

Em novembro de 2019, o príncipe Andrew anunciou o afastamento da vida pública, após se ver em um crescente escândalo envolvendo o financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, o príncipe Andrew, membro da realeza britânica, anunciou o afastamento da vida pública.

Andrew, também conhecido como duque de York, negou várias vezes as acusações feitas por Virginia Roberts Giuffre, segundo as quais ele teria tido relações sexuais com a mulher quando ela tinha 17 anos.

Giuffre teria sido oferecida ao príncipe por Epstein, que se matou em uma prisão nos EUA enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.

Em comunicado divulgado pelo Palácio de Buckingham, Andrew disse que o escrutínio se tornou uma "grande perturbação" ao trabalho da família real e às instituições de caridade associadas a ele

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