Celebridades

Cristão, Kanye West diz que nunca mais tocará suas músicas antigas da forma original

Rapper lançou álbum gospel 'Jesus is King' nesta sexta-feira (25)

Kanye com um túnica roxa em um palco com pessoas com túnicas de um tom mais claro em volta dele
Kanye West se apresenta em festival Coachella, em Indio, na Califórnia - Rozette Rago/The New York Times
São Paulo

O rapper Kanye West, 42, diz que nunca mais tocará suas músicas antigas em seus formatos originais, segundo o TMZ. Nesta sexta (25), o rapper lançou "Jesus is King", com 11 faixas, todas com temática gospel.

De acordo com site americano, fontes próximas ao cantor afirmaram que Kanye West está empenhado em sua nova fé e dedicado a fazer músicas a Deus, sem se preocupar com as críticas a seu novo álbum. Na quinta (24), o cantor anunciou em entrevista à rádio Beats 1, da Apple Music, a sequência do disco, chamada "Jesus is Born", com lançamento previsto para o dia 25 de dezembro. 

West é responsável por alguns dos mais significativos discos da história do rap, como “The College Dropout”, de 2004, no qual já mostrava certa atração pelo cristianismo, e “My Beautiful Dark Twisted Fantasy”, de 2010, álbum que combina com perfeição uma produção musical ambiciosa (que apagava distinções entre a música eletrônica moderna e o soul/funk) e letras que faziam observações espertas a respeito de raça, cultura e consumismo.

Na entrevista à rádio Beats 1, Kanye também afirmou que ele se considera o maior artista de todos os tempos: "Não é sequer uma questão. É um fato". O cantor disse ainda que a carreira política continua em sua agenda. "Haverá um dia em que serei o presidente dos EUA, e lembrarei de qualquer fundador que não tenha capacidade para entender culturalmente o que estava fazendo."

A declaração foi dada no momento em que West falava sobre o apoio à candidatura de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. Durante a campanha, o rapper usou um boné com o slogan do republicano, "Make America Great Again" (em português, "Faça a América Grande de Novo"). 

“O maior artista da existência humana colocar o boné vermelho foi praticamente uma piada de Deus para todos os liberais. Tipo ‘Não! O Kanye, não!”, afirmou o artista.

 
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