Celebridades

Sergio Hondjakoff diz que vício em drogas aumentou na época de 'Malhação': 'Entrei em uma galera mais descolada'

Ator conta que usava substâncias ilícitas desde os 14 anos e a situação piorou com a entrada na novela teen

Sergio Hondjakoff: 'Nunca tive grandes perdas financeiras, mas quase perdi a vida' - Reprodução/Youtube

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Rio de Janeiro

Depois de ficar 10 meses internado em uma clínica de reabilitação, na cidade de Itu, São Paulo, Sergio Hondjakoff, 38, continua o tratamento para se livrar da dependência química em sua casa no Rio de Janeiro. Famoso por interpretar o personagem Cabeção em "Malhação" (1995-2020), na Globo, o ator contou que desde os 14 anos fazia uso de drogas, mas que os bastidores da novela teen aumentarem e o levaram ao vício.

"Comecei a usar drogas na escola aos 14 anos. Tinha aquele amigo que já usava a cannabis e se dava bem. Pegava todas as gatas e acabei me inspirando nele. No começo [usar a droga] foi até bom, tiveram vantagens. Comecei a me enxergar mais fora da caixa. Só que aí comecei a usar demais", admitiu Sergio em entrevista ao podcast Papagaio Falante.

O ator lembrou que no início das gravações de "Malhação" até conseguiu se controlar, mas depois a situação saiu do seu controle. "Os primeiros anos eu levei no sapatinho porque sempre fui um garotão que fumava quando eu chegava em casa. Lá [na Globo], eu não me abria com ninguém, não falava com ninguém, era muito quietão. No segundo ano de Malhação, começou a entrar uma galera mais descolada. Comecei a me abrir um pouco mais e com o passar dos anos, entrei nessa galera e aí começou."

Sergio disse que tinha consciência que sua carreira desceu a ladeira depois de se envolver cada vez mais com as substâncias ilícitas. Confessou ainda ter usado várias delas, inclusive o crack, e que esta droga o fez chegar ao fundo do poço. "Cheguei no crack, infelizmente. Nunca tive grandes perdas financeiras, mas perdi amizades, namoradas e quase perdi a vida. Não tem quantidade segura para usar esse tipo de substância, qualquer quantidade pode levar à morte", concluiu.