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Líder feminista tem cruz de ferro tatuada e diz ter sido prostituta

16/08/2012 - 10h20

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MARCELO ALMEIDA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A líder do grupo Femen no Brasil, conhecida pelo codinome Sara Winter e presa na quarta-feira (15) por protestar seminua a favor do grupo Pussy Riot, tem enfrentado acusações de ser simpatizante do movimento fascista. Incomodada com as críticas, ela disse que o caso é um "erro do passado" e declarou que já foi prostituta e sofreu agressões do marido.

Em seu perfil no Facebook, ela diz que admira Plínio Salgado (líder do movimento integralista brasileiro), o movimento skinhead e personalidades conservadoras, como Ronald Reagan.

Outro detalhe de Sara Winter só foi conhecido recentemente, quando ela e outra integrantes do Femen no Brasil tiraram a roupa para protestar a favor do parto em casa na avenida Paulista. Acima do seio esquerdo, Sara tem uma tatuagem que reproduz a cruz de ferro, símbolo germânico popularizado durante o regime nazista, quando se tornou a principal condecoração de guerra.

Claudio Amaral/Folhapress
Sara Winter, ativista do Femen Brasil
Sara Winter, ativista do Femen Brasil

Após ser questionada por internautas, Sara divulgou uma nota no próprio perfil do Femen Brazil no Facebook.

Nela, diz que nunca "andou ao lado de carecas e nazistas", apenas manteve relações pela internet com pessoas do movimento entre os 15 e 17 anos de idade. Ela define o caso como um "erro do passado".

Além disso, Sara cita o fato de ter sido prostituta aos 17 anos e ter passado por "experiências ruins" durante o período, que teria sido de dez meses, além de ter sofrido agressões por parte de seu ex-marido.

Ela termina a nota dizendo que ficou muito chateada e pedindo que parem de tentar atacar o Femen por causa dos erros que cometeu no passado. "Todo mundo faz merda", diz.

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