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Vídeo que não carrega no celular gera mais estresse que esperar em fila, diz estudo

Um vídeo que não carrega no telefone celular gera tanto estresse quanto um filme de terror, afirmou nesta quarta-feira o fabricante de equipamentos de telecomunicação Ericsson, após realizar um estudo sobre as reações biológicas sofridas pelos internautas.

O grupo sueco mediu o ritmo cardíaco, a atividade cerebral e os movimentos dos olhos de pessoas que assistiam a vídeos em seus telefones celulares.

Foi pedido aos participantes que executassem tarefas com um tempo limitado, como ver um vídeo. Se havia uma interrupção da conexão, o ritmo cardíaco aumentava em 38%.

Se os carregamentos atrasavam seis segundos, "o estresse reativo era similar ao de ver um filme de terror ou de ter que resolver um teorema, ou seja, mais do que o estresse de esperar no caixa de uma loja para pagar", diz o relatório.

A empresa estima que o desenvolvimento do vídeo na internet vai multiplicar por dez o tráfego mundial de dados nos seis próximos anos. Nos últimos 12 meses, as descargas aumentaram 65%.

Fila de passageiros para comprar o bilhete na Estação Santa Cruz da linha 1-azul do Metrô, na zona sul de São Paulo
Fila de passageiros para comprar o bilhete na Estação Santa Cruz da linha 1-azul do Metrô, na zona sul de São Paulo - Alf Ribeiro; Alf Ribeiro
 
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