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Campeão do 'MasterChef', Leonardo planeja abrir restaurante ainda em 2016

Campeão da terceira edição do "MasterChef Brasil", Leonardo ainda não dormiu desde que deixou os estúdios da Band, no começo da madrugada desta quarta-feira (24). Entre compromissos e entrevistas, sua agenda deve ficar ainda mais cheia nesta semana, quando planeja lançar o projeto de seu restaurante. O plano é que o estabelecimento, cujo local preferiu não revelar, comece a funcionar até o fim do ano.

"Nenhum campeão do 'MasterChef' saiu do programa e abriu o próprio restaurante, quero ser o primeiro", diz o empresário em entrevista ao "F5". "Ainda não quero falar muito sobre o projeto, mas devemos lançar essa semana", afirma.

Na campanha para ficar com o título, Leonardo dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que se tornou o queridinho das redes sociais, foi rejeitado pela maior parte dos demais participantes do reality.

Para ele, a rivalidade começou antes mesmo do jogo, quando os cozinheiros foram divulgados pela Band. Assíduo das redes sociais, mostrava seus pratos para seus seguidores, enquanto alguns adversários ainda patinavam para entender o Instagram.

"De todos, eu era o único mais ativo no Instagram. Tinha uns 6.000 seguidores, mas eu só postava fotos de comida, e elas chamavam atenção. Então todo mundo me estudou, e teve gente que até apagou foto do que já cozinhou para esconder jogo", conta.

Outra polêmica foi seu irmão ser um chef de cozinha. As regras do "MasterChef" proíbem que os candidatos já tenham feito curso ou trabalhado na área gastronômica. Assim Léo, como também é chamado, levaria uma suposta vantagem por ter alguém que o ensinasse dentro de casa.

"Não sou próximo dele, mas isso fez com que desde o início tivesse uma rejeição lá dentro como se eu estivesse levando vantagem. Estou com a consciência tranquilíssima", declara.

Ser um dos concorrentes mais calados e considerado forte foram outros fatores que contribuíram para que não tivesse a simpatia dos colegas de programa.

o jogo

Leonardo considerou a prova do ovo —quando ficou evidente para ele a torcida contra de vários outros participantes— e a disputa do sorvete, na qual Lee acabou eliminado, como as mais difíceis que enfrentou. 

"Na primeira prova de pressão, ficou eu e a Gleice até o fim para fazer o ovo mollet. Ali foi um teste para cardíaco, foram varias pequenas avaliações que valiam continuar no programa, um momento supertenso, que corri o risco de ser eliminado", diz o cozinheiro.

"A outra vez foi a do sorvete. Nesse dia, pensei que eu fosse sair da cozinha", afirma. "Eu nunca tinha feito sorvete, só tinha estudado. Achei que teríamos umas duas horas para prepará-lo, mas foi apenas uma", acrescenta.

Na final, Leonardo apostou ao fazer em uma hora uma barriga de porco, iguaria que leva cerca de três vezes mais tempo para ficar pronta. A tática era usar uma panela de pressão para acelerar a cocção, mas com o risco de queimar a carne por não ver o alimento sendo preparado.

"Era uma loucura não ver o que você estava cozinhando. Não era um prato tão simples. A barriga de porco leva três horas para ficar pronto, o que equivaleria a duas na panela de pressão, e o ovo se tornou um desafio porque dois escorregaram a minha bancada e só sobrou dois para fazer minha sobremesa", explica o vencedor do reality.

Apesar da dificuldade com o prato, a barriga de porco praticamente não recebeu críticas dos jurados. Os chefs Erick Jacquin, Paola Carosella e Henrique Fogaça viram erros nas sobremesas apresentadas por ele e por Bruna, a outra finalista, e consideraram que estavam em um nível parecido, o que deu o título ao empresário.

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