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Fora do humor, Marisa Orth vira 'mulher bomba de político' em seriado policial

24/09/2014 - 09h43

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LOUISE SOARES
COLABORAÇÃO PARA O "F5", DO RIO

Dona de uma bem sucedida trajetória com personagens cômicos, Marisa Orth aparece com um perfil bem diferente em "Dupla Identidade" (Globo).

A atriz interpreta Sylvia, mulher do senador Oto Veiga (Aderbal Freire Filho), a quem define como a típica "mulher bomba de político". Para Orth, a personagem é uma chance de se apresentar para o público televisivo sob outro aspecto que não o humor.

"A minha trajetória de humor puro acontece dentro da televisão. Graças a Deus a minha formação não é essa, então isso me ajuda nesse momento. Já fiz teatro, papéis sérios no cinema, então tá sendo muito bacana essa chance de exercitar de outro jeito a profissão. Eu tenho saudade de poder também fazer drama, mas também não quero abandonar a comédia", comentou a atriz em entrevista ao "F5".

Em "Dupla Identidade", Sylvia (Marisa Orth) passou a vida cumprindo o papel de mulher de político, até descobrir que o marido Oto (Aderbal Freire Filho) tem um caso e planeja transferir seus bens para a amante, Mariana (Yanna Lavigne).

"Tem um fator complicador, que de repente, a amante para quem ele tá passando os bens vira uma vítima e a Sylvia resolve virar uma manipuladora. Essa série fala de bem e de mal e a Sylvia começa como uma vítima, uma bem que tenta passar de mal", explica a atriz.

Uma das consequências dessa mudança de rumos será a aproximação entre Sylvia e o serial killer Edu (Bruno Gagliasso), que também é assessor de Oto. Cumplicidade que pode vir a se tornar um affair.

"Ela vai defender ele loucamente. Ela fica encantada com ele, acha ele o máximo", adianta.

Por se tratar de um papel dramático, porém mais contido, a atriz teve que se manter atenta para não sair do tom. Algumas cenas de choro tiveram que ser regravadas para fazer com um registro mais baixo. Como referência, a ela afirma ter se inspirado em mulheres de políticos da vida real e outras da ficção.

"Uma vida toda no Brasil me forneceu exemplo de mulher de político uma melhor que a outra. Essa é mais fina do que essas que tem no Brasil e eu procurei buscar essas mulheres que estão na moda em seriados americanos, a loira seca de 'House of Cards', aquela má do 'Revenge', aquela quente e fria", explica Orth, referindo-se às personagens Claire Underwood (Robin Wright) e Victoria Grayson (Madeline Stowe).

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