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Atriz de 'Dupla Identidade' diz que sentiu angústia ao gravar, nua, cena de autópsia

14/09/2014 - 13h09

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LOUISE SOARES
COLABORAÇÃO PARA O "F5", DO RIO

Em sua breve participação em "Dupla Identidade", Yanna Lavigne passou por duas situações desafiadoras para qualquer atriz.

Primeira vítima do serial killer Edu (Bruno Gagliasso) e amante do senador Oto (Aderbal Freire Filho), Mariana (Yanna Lavigne) tem cenas de nudez tanto em vida quanto depois de morta, durante sua autópsia.

"O mais fácil é aparecer morta. Nu é muito mais psicológico, é você imaginar nas convenções do que é estar nu para a sociedade. É o corpo num ambiente frio, morto, sem vida, sem sexualidade e erotismo nenhum, então lidei com muita naturalidade", afirmou Yanna, em entrevista ao "F5".

Yanna Lavigne ficou aproximadamente uma hora deitada na mesa de autópsia e confessa ter sentido um pouco de angústia por estar naquela situação.

"Era uma luz fria, a mesa fria com todos os utensílios de autópsia do lado. A arte é magnífica, alguns estão com sangue. É um ambiente muito denso, tenso e macabro, mas automaticamente a gente entra no clima", justifica.

Para criar o visual cadavérico para a atriz, a equipe de caracterização do seriado usou uma maquiagem branca para acentuar a palidez e criou marcas roxas no pescoço, consequência da violência provocada na jovem pelo assassino.

"Eu costumava falar para o maquiador que eu sentia agonia quando ele tava fazendo os hematomas no pescoço, eu não podia olhar por que senão eu sentia a dor. Mas a equipe ajuda a gente a não entrar num mergulho sem volta".

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