Celebridades

Nova 'Playboy': 33 fotos de Luana (elegantes), zero frases curiosas de Neymar e 40% mais cara

O "F5" não resistiu, foi às bancas e comprou a aguardada nova "Playboy", com Luana Piovani bela e cinzenta na capa —a imagem está em preto e branco.

De cara, uma hesitação prazerosa. Eram três opções de capa. Pegamos a que deve ficar para a história (da revista) como a mais clássica, sem nenhum texto além do nome da publicação e um grande "Luana".

Depois, veio a primeira grande decepção. Em quatro meses (tempo entre a última edição com a editora Abril e a primeira com a PBB) a revista aumentou 40%, quase 43% para ser mais preciso, seu preço. Nem o dólar, o time do Palmeiras ou o humor de Dunga variou tanto. A revista 487, com Paparazzo Misteriosa (?) na capa, custou R$ 14; a edição 488, com Luana, subiu para salgados R$ 20. Tudo bem, são mais de 160 páginas, mas a maioria é dedicada aos anunciantes.

Luana Piovani
Capa da nova edição da "Playboy", com Luana Piovani - Divulgação/Playboy

​Como nos velhos tempos, a revista também trouxe uma robusta entrevista com um astro popular. Quer dizer, robusta na quantidade, são oito páginas. Entre as "revelações" mais empolgantes, dá para dizer que Neymar se interessa por mulheres que gostam de pôquer (pois é) e que considera Paolla Oliveira, Aline Riscado e Thaila Ayala as mais belas do Brasil... e só. Mas não é culpa do jornalista e entrevistador Mauro Betting. O fato é que Neymar não é, digamos, um pensador ou filósofo do esporte bretão.

Vamos ao que interessa: Luana Piovani. A musa de 39 anos (que prefere dizer "quase 40") aparece deslumbrante em 33 fotos, incluindo a da capa. Sempre elegantes, clicadas por Christian Gaul. Mas quase sempre tem alguma coisa na frente para anuviar o esperado nu frontal, ou uma cortina esvoaçante, ou uma coxa saliente, ou uma posição menos reveladora ou a roupa mesmo. Tudo bem, Luana está lindíssima. Vale os R$ 14, quer dizer, R$ 20 da capa.

Tem outros ensaios? Só mais um, da modelo Verônica Zardo, ainda menos revelador e patrocinado por uma marca de carros.

Como ponderou o colunista Tony Goes: será que só isso basta para dar uma segunda vida à revista? O tempo dirá.

Certo mesmo só uma coisa: ficou caro ler a "Playboy".



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