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Pessoas que fazem sexo com regularidade ganham mais, diz estudo

16/08/2013 - 11h47

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DE SÃO PAULO

Um estudo revelou que pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana ganham mais do que os não fazem.

Não transar o suficiente também pode levar as pessoas a sofrerem de solidão, ansiedade social e depressão, segundo a pesquisa divulgada pela CBS.

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"As pessoas precisam amar e serem amadas, sem esses elementos as pessoas podem apresentar sintomas que podem afetar sua vida profissional", afirmou o autor da pesquisa, o Dr Nick Drydakis para a rede americana.

O pesquisador revelou o interesse pelo assunto surgiu após ver algumas pesquisas anteriores que ligavam a atividade sexual com características de pessoas desinibidas e com boa saúde. Um estudo brasileiro, realizado em 2009, já havia mostrado uma ligação entre salários mais altos e uma vida sexual mais ativa.

Prodakszyn/Shutterstock
"As pessoas precisam amar e serem amadas, sem esses elementos as pessoas podem apresentar sintomas que podem afetar sua vida profissional", afirmou o autor da pesquisa
"As pessoas precisam amar e serem amadas, sem esses elementos as pessoas podem apresentar sintomas que podem afetar sua vida profissional", afirmou o autor da pesquisa

Drydakis diz que de acordo com uma teoria psicológica conhecida como Hierarquia de necessidades de Maslow, os seres humanos têm de satisfazer as suas necessidades básicas, como comida, água, e atividade sexual antes que eles possam tentar ter sucesso em outros aspectos da sua vida.

Foram analisadas as informações de mais de 7,5 mil pessoas com idades entre 26 e 50 anos. Entre os participantes, estavam tanto casais heterossexuais quanto gays.

Os resultados mostraram que quem tem mais de quatro relações sexuais por semana ganha 5% mais do que os não tem. O estudo também apontou que pessoas que não fazem sexo ganham 3% menos do que as pessoas que praticam alguma atividade sexual.

Outro dado interessante do estudo é que aqueles que tinham mais sexo também eram mais propensos a ser extrovertido e tiveram menores taxas de diabetes, doenças cardíacas e artrite. "Parece que temos de considerar em conjunto as relações entre felicidade, atividade sexual, produtividade e salários", confirmou Drydakis.

Não houve uma conclusão do que liga sexo e dinheiro, mas o autor sugere que possa existir uma relação com o poder de consumo de quem trabalha, com possibilidade de sair mais, ser mais atraente e ainda presentear com frequência o parceiro ou parceira.

"Salários mais altos podem aumentar compra de presentes que são agradecidas por via sexual", disse Drydakis.

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